Enfance 80 (part. Videoclub)

Natalia Lacunza

Original Tradução Original e tradução
Enfance 80 (part. Videoclub)

He tocado el pasado con mis dedos
He vivido el ayer
Como si fuera otra vez
Sé que la verdad nunca muere
Se mece como la nieve que cae
Desde el cielo pastel

Je laisse aux autres les demain
Moi je prends que les maintenant
Si c’est pour penser la fin
Compte sur mes rêves d’enfant

¿Por qué dejar de soñar?
Si puedo encontrar la paz
Cuando se acerque el final
No voy a despertar

Petite, je fuis le temps, déjà peur des convenances
Et la vraie étoffe des gens, c’est fou tout ce qu’ils pensent

Volamos en aviones de papel
No podrán atraparnos
Si gritamos, no se acaba nuestra la sed

Je laisse aux autres les demain
Moi je prends que les maintenant
Si c’est pour penser la fin
Compte sur mes rêves d’enfant

¿Por qué dejar de soñar?
Si puedo encontrar la paz
Cuando se acerque el final
No voy a despertar

J’regrette mon adolescence (et pourtant c’est pas fini)
Quand t’es petit, y a la méfiance (puis après vient le mépris)
Y a des jours où ça va mal (c’est qu’t’oublies quand ça va bien)
Les adultes ils crient, ils râlent (disent des choses qui servent à rien)
Tu passes ta vie dans l’passé (et pourtant c’est pas si beau)
Tu t’souviens des jours usés (des mois d’mai, des batailles d’eau)
Faut s’y faire, t’es juste grand (y en aura pleins tu verras)
Des belles choses, des bons moments (quand c’est fini tu regretteras)

Je laisse aux autres les demain
Moi je prends que les maintenant
Si c’est pour penser la fin
Compte sur mes rêves d’enfant

¿Por qué dejar de soñar?
Si puedo encontrar la paz
Sin pensar en el final
No voy a despertar

¿Por qué dejar de soñar?
Si puedo encontrar la paz
Cuando se acerque en el final
No voy a despertar

Infância 80 (part. Videoclube)

Eu toquei o passado com meus dedos
Eu vivi o ontem
Como se fosse outra vez
Sei que a verdade nunca morre
Balança como neve caindo
Do céu cor de pastel

Deixo o amanhã para os outros
Eu pego isso agora
Se é para pensar no fim
Conte com meus sonhos de infância

Por que parar de sonhar?
Se eu posso encontrar a paz
Quando o fim se aproximar
Eu não vou acordar

Pequena, estou fugindo do tempo, já com medo da conveniência
E a matéria real das pessoas, é louco tudo o que elas pensam

Voamos em aviões de papel
Eles não poderão nos pegar
Se gritarmos, não acaba a nossa sede

Deixo o amanhã para os outros
Eu pego isso agora
Se é para pensar no fim
Conte com meus sonhos de infância

Por que parar de sonhar?
Se eu posso encontrar a paz
Quando o fim se aproximar
Eu não vou acordar

Estou arrependida da minha adolescência (e ainda não acabou)
Quando você é pequeno, há desconfiança (depois vem o desprezo)
Há dias em que as coisas dão errado (é que você esquece quando as coisas estão bem)
Os adultos choram, gemem (dizem coisas que não servem para nada)
Você passa sua vida no passado (e ainda assim não é tão bonito)
Você se lembra dos dias desgastados (do mês de maio, as batalhas de água)
Você tem que se acostumar, você é grande (você verá muitas coisas)
Coisas bonitas, bons momentos (quando acabar, você vai se arrepender)

Deixo o amanhã para os outros
Eu pego isso agora
Se é para pensar no fim
Conte com meus sonhos de infância

Por que parar de sonhar?
Se eu posso encontrar a paz
Sem pensar no final
Eu não vou acordar

Por que parar de sonhar?
Se eu posso encontrar a paz
Quando o fim se aproximar
Eu não vou acordar

Composição: Adèle Castillon / Matthieu Reynard
Enviada por Débora e traduzida por Débora. Legendado por Débora. Revisão por Débora.
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