LETRAS.MUS.BR - Letras de músicas

El Kilo

Orishas

El Kilo

A mi estilo te canto mi negro
A mi estilo voy

(Estribillo) (2x)
Mentira no, tíralo, pásalo, písalo, asereo
Se te olvidó, que el kilo no tiene
Vuelto no, asereo

Entro mi flow, entro mi clan
Mi voz como Jackie Chan
Que es lo que dan, mil cuentos mil
Promesas que enganchan
Yo sí, yo fuí, lo que te digo pipo
El dinerito es el gobierno
Quien lo roba chico
Habla tu, habla como si yo te fuera ajeno
Habla tu, habla política cochina vemos
Pero porque tu esperas
Si el que espera, desesperas verás
Así que juega buena por la acera verdadera

(Estribillo)

El invento es la bala trazante
Que utilizan todos los cuenteros
Los que dicen verdad no son tantos
Dime cuantos y donde los veo
Dime cuanto les costo llegar
Y si son buenos
No es por nada pero no dan ya nervios ni miedo
La mentira puede correr años
Tiene genios eso no lo niego
Recordando los tiempos de ataño
Solo puedo quitarme el sombrero
Lo que tengo es musicalidad viene de lejos
No es robado, ni copiado es más
Es heredado, es otra edad

(Estribillo)

Te lo advertí más de una vez
Que yo no entro en el juego
De pendencieros mentirosos
Y embusteros viejos
Para el que se atreve
Esta poniendo en juego su pellejo
Tremendo bla, bla, bla, tremendo guaguanco,
Rumberito recoge al Viejo que su tiempo
Ya ha pasado
Y ahora camina de lado embustero

A mi estilo te canto mi negro

(Estribillo)

(2x) La mentira no pasa, si no esperas
Desesperas y que
Ya te paso una vez, son dos
Si no lo ves

(Estribillo)

El Kilo

Com o meu estilo canto-te meu negro,
com o meu estilo vou.

(Refrão 2x)
Mentira não, tira-o, passa-o, esmaga-o, companheiro!
Se te esqueceste que o El Kilo não tem
retorno não, companheiro!

Entrou o meu "flow", entrou o meu clã
A minha voz como o Jackie Chan.
Que é o que dá, mil historias, mil
Promessas que se pegam.
Eu sim, eu fui, o que te digo amigo.
O dinheirinho é o governo
Que o rouba, camarada.
Fala tu, fala! Como se eu te fosse alheio.
Fala tu, fala! Política corrupta vemos.
Mas porque tu esperas,
O que espera, desespera verás.
Por isso é melhor jogares limpo.

(Refrão)

A invenção é a bala certeira,
que utilizan todos os contadores de historia.
Os que falam a verdade não são muitos.
Diz-me quantos são e onde é que os vejo!
Diz-me o quanto é que sofreram,
E se são honestos.
Não é por nada, mas já não dão, nervos nem medo.
A mentira pode correr anos,
Tem genios e isso não o nego.
Recordando os tempos passados,
Apenas posso tirar o chapéu.
O que tenho é musicalidade, vem de longe.
Não é roubabada, nem copiada, mas sim:
é herdada, é outra idade!

(Refrão)

Eu avisei-te mais de uma vez
Que eu não entro no jogo,
De canalhas mentirosos
E velhos aldrabões.
Para o que se atreva,
Está a por em jogo a sua pele.
Tremendo bla, bla, bla, tremendo guanguanco,
Rumberito avisa ao velho que o seu tempo
Já passou,
E que agora caminha de lado, aldrabão.

Com o meu estilo canto-te meu negro.

(Refrão)

A mentira não passa, se não espera (2x)
Desespera e depois?
Já te passou uma vez,
são duas se não o vê!

(Refrão)

Composição: Niko Nocchi / Orishas
Enviada por Chalil, Traduzida por alan, Legendado por thadeu