Ninguna

Los Rumberos

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Ninguna

Entre tu boca y mi boca
Existe un mar de cosas
Que olvidamos decirnos ayer

Cuando te fuiste con el atardecer

En un viejo tren sin frenos
Que partió a mil por hora
Y que de carga se lleva con él
Mi beso en tu boca

En un vagón te llevaste
Mi infancia infinita
Y sin duda le pusiste llave al cajón
De mis cosas bonitas

Yo no pretendo pararte
Ese tren ya ha partido
Y a toda marcha decides dejarme
En la estación del olvido

Ay, ay, ay
Cómo me duele que te hayas ido
Ay, ay, ay
Pero jamás olvidaré
Que fuiste lo único que amé
Que cada noche te acusaba con la Luna
Y yo te culpo porque soy
Un hombre débil sin control
Cuando combino rumba y tu cintura
Y te repito, como tú ninguna, oh

Sobre mi almohada impregnado
Se quedó tu perfume
Con una esencia que roba mis sueños
Hasta en la noche más dulce

Me da pavor despertarme
A solas cada mañana
Y confirmar que si estuve de nuevo a tu lado
Fue en cuentos de hadas

Ay, ay, ay
Cómo me duele que te hayas ido
Ay, ay, ay

Pero jamás olvidaré
Que fuiste lo único que amé
Que cada noche te acusaba con la Luna
Y yo te culpo porque soy
Un hombre débil sin control
Cuando combino rumba y tu cintura
Y te repito, como tú ninguna

Ninguna

Ay, ay, ay, ay
Ay, ay, ay, ay
Ay, ay, ay, ay
Ninguna

Ay, ay, ay, ay
Ay, ay, ay, ay
Ay, ay, ay, ay
Ninguna

Ay, ay, ay, ay
Ay, ay, ay, ay
Ay, ay, ay, ay
Ninguna

Ay, ay, ay, ay
Ay, ay, ay, ay
Ay, ay, ay, ay
Ninguna

Nenhuma

Entre sua boca e minha boca
Há um mar de coisas
Que esquecemos de contar um ao outro ontem

Quando você saiu com o pôr do sol

Em um trem antigo sem freios
Isso começou às mil por hora
E que fardo ele carrega com ele
Meu beijo na sua boca

Em uma carroça você levou
Minha infância infinita
E você definitivamente coloca uma chave na gaveta
Das minhas coisas bonitas

Não quero te parar
Esse trem já saiu
E a toda velocidade você decide me deixar
Na estação do esquecimento

Ai ai ai
Como dói que você se foi
Ai ai ai
Mas nunca esquecerei
Que você era a única coisa que eu amava
Que toda noite eu te acusei com a lua
E eu culpo você porque eu sou
Um homem fraco sem controle
Quando eu combino rumba e sua cintura
E repito para você, como você não, oh

No meu travesseiro impregnado
Seu perfume ficou
Com uma essência que rouba meus sonhos
Mesmo na noite mais doce

Estou com medo de acordar
Sozinho todas as manhãs
E confirme que eu estava de volta ao seu lado
Foi em contos de fadas

Ai ai ai
Como dói que você se foi
Ai ai ai

Mas nunca esquecerei
Que você era a única coisa que eu amava
Que toda noite eu te acusei com a lua
E eu culpo você porque eu sou
Um homem fraco sem controle
Quando eu combino rumba e sua cintura
E repito, como você não

Nenhuma

Sim, sim, sim, sim
Sim, sim, sim, sim
Sim, sim, sim, sim
Nenhuma

Sim, sim, sim, sim
Sim, sim, sim, sim
Sim, sim, sim, sim
Nenhuma

Sim, sim, sim, sim
Sim, sim, sim, sim
Sim, sim, sim, sim
Nenhuma

Sim, sim, sim, sim
Sim, sim, sim, sim
Sim, sim, sim, sim
Nenhuma


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