Calathea

Viva Belgrado

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Calathea

Una vez abro los ojos me veo allí
A la deriva entre la gente
Intentando decidir
Si de verdad me conozco
O solo finjo hacerlo
Busco un pretexto
Una excusa para seguir
Con la certeza de que el tiempo nunca guardará piedad
¿Cómo encontrar comodidad en el tránsito?
¿Acaso alguien encuentra el equilibrio?

No es aprecio a la vida
Tan solo es una buena opción
Donde había dolor solo queda nostalgia
Y aunque mis heridas mantengan nombre y apellidos
Nunca voy a admitir que te guardo rencor
Es discreto el sabor de la muerte al contar
Todo lo que podemos llegar a probar
¿Me has encontrado algo de sangre? Ya es un logro
¿Has venido a salvarme o prefieres tan solo mirar?

Ahora que nada parece encajar
Que apenas hay motivos para creer en el futuro
Me busco en las ciudades
Mastico mi ansiedad
Y me refugio en los aeropuertos
Para escapar de mis sentidos
Porque el pasado pesa como plomo
Siento la piel muerta deshaciéndose de mí
Aprieto la mandíbula
Y me recompongo
Y con ojos rojos le pregunto al espejo
Si alguna decisión fue consecuente
Me olvido los días, pierdo la cuenta de los meses
Y cuando siento el sudor caer por la frente
Me agarro las expectativas
Con la sonrisa castigada
Y asimilo los golpes
Porque recordar significa sangrar
Porque aún no he conseguido dolerte
Al menos lo suficiente

Calathea

Assim que eu abro meus olhos eu me vejo lá
Vagando entre as pessoas
Tentando decidir
Se eu realmente me conheço
Ou apenas finja
Estou procurando um pretexto
Uma desculpa para continuar
Com a certeza de que o tempo nunca terá misericórdia
Como encontrar conforto no trânsito?
Alguém encontra o equilíbrio?

Não é apreciação da vida
É apenas uma boa opção
Onde havia dor, só fica a nostalgia
E embora minhas feridas mantenham nomes e sobrenomes
Eu nunca vou admitir que guardo rancor contra você
O gosto da morte é discreto na contagem
Tudo o que podemos provar
Você encontrou um pouco de sangue para mim? Já é uma conquista
Você veio para me salvar ou prefere apenas assistir?

Agora que nada parece caber
Que quase não há razão para acreditar no futuro
Procuro-me nas cidades
Eu mastigo minha ansiedade
E eu me refugio em aeroportos
Para escapar dos meus sentidos
Porque o passado pesa como chumbo
Eu sinto a pele morta me derramando
Eu aperto minha mandíbula
E eu me recomponho
E com os olhos vermelhos peço ao espelho
Se alguma decisão foi conseqüente
Eu esqueço os dias, eu perco a noção dos meses
E quando eu sinto o suor cair da minha testa
Eu mantenho expectativas
Com o sorriso castigado
E eu assimilo os golpes
Porque lembrar significa sangrar
Porque eu ainda não consegui te machucar
Pelo menos o suficiente


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