Báltica

Viva Belgrado

Original Tradução Original e tradução
Báltica

Flor de carne que naces en mí
Nutre mis mares, anega mis puertos
“Yo no elegí vestir la herida”
En el pálpito de mis sentidos
Puedo sentir tu dulce sombra
El barro corriendo por mis venas

Y ahora, tu recuerdo es un joven continente a la deriva, la marea báltica
Una negra latitud que apresa mi dolor transcontinental
El cansancio de quien no pertenece a ningún sitio
Y no hay gloria, es solo ceniza, mi voz quemada encontrando justicia en tus ojos
Venciendo el salitre de los muertos
Sé que mi cuerpo encendido aprende lentamente
Pero ahora no puedo dejar de sangrar

Báltica

Flor de carne que nasceu em mim
Alimente meus mares, inunde meus portos
"Eu não escolhi curar a ferida"
Na pulsação dos meus sentidos
Eu posso sentir sua doce sombra
A lama correndo em minhas veias

E agora, sua memória é um jovem continente à deriva, a maré do Báltico
Uma latitude negra que agarra minha dor transcontinental
O cansaço de quem não pertence a lugar nenhum
E não há glória, são só cinzas, minha voz queimada descobrindo justiça em seus olhos
Superando o tempero dos mortos
Eu sei que meu corpo ligado aprende lentamente
Mas agora eu não consigo parar de sangrar

Enviada por Aline e traduzida por Aline.
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