Annapurnas

Viva Belgrado

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Annapurnas

¿Desde cuando la felicidad se convirtió
en un proyecto a largo plazo?
Discúlpame por sonar tan amargo
Odio estar así
Esta mañana he vuelto a despertar solo
Al menos he sobrevivido
Y no he encontrado medidas
No, aún no tengo medidas
Para vencer el Annapurna
De despertar cada día
De tomar aire
Alzo la persiana
Duele la luz
Y veo la ceniza en el suelo
El sol tras el cristal
Es solo el miedo a estar solo
No encontrar paz y
Dejar de utilizar a otras personas
Para curarme
Para olvidarte
Dejémoslo en un adiós poético
En otra huida truncada
Pero esta vez será para siempre

Al menos sé que escribiremos una buena historia
La de quien vive permanentemente en la derrota
Es kashmir, terciopelo
Sentir el frío en la nuca o perder la memoria
Encontrar cobijo bajo la lluvia de uno mismo
Y cada vez me cuesta más fingir
Quiero decir que la vida merece la pena
Pero lo cierto es que no estoy de humor
Que todo se me queda siempre solo en las palabras
Que vuelvo casa mezclando
Las ganas de verte con las de olvidarte
Y ya no sé en qué momento dejó de importarme
Llegar a casa solo
Desear un cuerpo, unas manos
Algo de afecto
Ponerle fecha de caducidad a la infelicidad, a mis miedos
Y sé que mis mentiras son más bien deseos
Que sigo viendo la escena distante
Que cada vez me cuesta más fingir

Annapurnas

Desde quando a felicidade se tornou
em um projeto de longo prazo?
Com licença por soar tão amargo
Eu odeio ser assim
Esta manhã acordei sozinho de novo
Pelo menos eu sobrevivi
E eu não encontrei medidas
Não, ainda não tenho medidas
Para vencer o Annapurna
Acordar todos os dias
Para respirar
Eu aumento o blind
A luz dói
E eu vejo as cinzas no chão
O sol atrás do vidro
É só o medo de ficar sozinho
Não encontrar paz e
Pare de usar outras pessoas
Para me curar
Para esquecer você
Vamos encerrar em um adeus poético
Em outro voo truncado
Mas desta vez será para sempre

Pelo menos eu sei que vamos escrever uma boa história
Aquele que vive permanentemente na derrota
É kashmir, veludo
Sentir frio na nuca ou perder a memória
Encontrar abrigo na chuva de si mesmo
E cada vez que eu acho mais difícil fingir
Quero dizer que a vida vale a pena
Mas a verdade é que não estou com vontade
Que tudo sempre permanece apenas em palavras
Que eu chego em casa mixando
O desejo de te ver com o desejo de te esquecer
E eu não sei mais quando parou de se importar
Volte para casa sozinho
Deseje um corpo, algumas mãos
Algum carinho
Coloque uma data de validade na infelicidade, nos meus medos
E eu sei que minhas mentiras são mais como desejos
Que eu continuo vendo a cena distante
Que cada vez que é mais difícil fingir


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