Breadcrumb Trail

Slint

Original Tradução Original e tradução
Breadcrumb Trail

I stepped out onto the midway. I was looking for the pirate
ship and saw this small, old tent at one end. It was blue,
and had white lights hanging all around it. I decided to check
out the tent, it seemed I could hear music coming from inside.
As I walked toward it, I passed a crowd of people at the sideshow.
I couldn't figure out why they would want to wait in line. I
pulled back the drape thing on the tent. There was a crystal
ball at the table, and behind it, a girl wearing a hat. She
smiled, and asked me if I wanted my fortune read. I said okay,
and sat down. I thought about it for a minute, and asked her
if she would rather go on the roller coaster instead.

Creeping up into the sky. Stopping, at the top and,
starting down. The girl grabbed my hand, I clutched it
tight. I said good-bye to the ground.

Far below, a soiled man. A bucket of torn tickets at his side.
He watches as the children run by. And picks his teeth. Spinning
'Round, my head begins to turn. I shouted, and searched the sky
for a friend. I heard the fortune teller, screaming back at me.
We stuck out our hands, and met the winds.

The girl falters as she steps down from the platform. She
clutches her stomach, and begins to heave. The ticket-taker
smiles, and the last car is ready. Who told you that you
could leave?

The sun was setting by the time we left. We walked across
the deserted lot, alone. We were tired, but we managed to smile.
And the gate I said goodnight to the fortune teller. The
carnival sign threw colored shadows on her face, but I could
tell she was blushing.

Migalha de Pão

Caminhei a meia distância. Olhava para o
navio pirata
e vi-o pequeno, [uma] barraca velha no fim. Era azul, e tinha luzes brancas suspendendo tudo em volta. Decidi checar a
barraca,
parecia que eu ouvia música
vinda de dentro.
Como andei em direção a isto, atravessei uma multidão de pessoas na "feira".
Não imaginava porquê queriam esperar em linha. Eu puxei de volta o "plano" da barraca. Havia uma bola de cristal
na mesa, e atrás disso, uma garota vestindo um chapéu. Ela sorriu, e perguntou-me se queria uma "leitura-de-mãos". Eu aceitei,
e sentei. Pensei sobre por um minuto, e perguntei-lhe se preferiria
ir na montanha-russa ao invés [disto].

Rastejando através dos céus. Parando, no topo e, descendo.
A garota segurou minha mão, apertando-a justa. Eu disse adeus ao chão.

Logo abaixo, um homem sujo. Um balde de ingressos rasgados a seu lado. Assistia como as crianças corriam.
E palitava seus dentes. Girando
ao redor, minha cabeça começa a rodar. Gritei, e procurei os céus a um amigo.
Escutei a cartomante gritando atrás de mim.
Prendemos nossas mãos, e conhecemos os ventos.

A garota vacila quando desce da plataforma.
Ela
"engrena" seu estômago, e começa a provocar. O "balconista dos ingressos" sorri, e o último carro está pronto. Quem disse que você
poderia ir embora?

O sol surgiu bem na hora que saímos.
Caminhamos através
do pátio deserto, sozinhos. Estávamos cansados, mas passamos a sorrir.
E ao portão eu disse boa noite ao "balconista de ingressos". A placa do carnaval jorrou sombras coloridas em seu rosto, mas eu
poderia dizer que ela estava corando.

Enviada por Guilherme e traduzida por Arlon. Revisões por 2 pessoas.
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