Guerra

Residente

Original Tradução Original e tradução
Guerra

Yo te miro y mi rabia te toca
Cuando grito sin usar la boca
Y mi furia se come a la gente
Porque muerde aunque no tenga dientes

El dolor no me causa problema
Hoy los dolores recitan poemas
El mundo me lo como sin plato
El miedo a mí me limpia los zapatos

El fuego lo derretí
Hoy las pesadillas no duermen
Porque piensan en mí
Hoy puedo ver lo que el otro no vio
Y los pongo a rezar aunque no crean en dios

Hoy las lagrimas lloran antes morir
Y a los libros de historia los pongo a escribir
Que le tiemblen las piernas al planeta tierra
Hoy yo vine a ganar
Y estoy hecho de guerra
(Hecho de guerra)
(Y estoy hecho de guerra)
(Y estoy hecho de guerra)
(Y estoy hecho de guerra)
(Los pongo a rezar)

Soy el boquete
Que dejó la bomba que cayó
Lo que fecundó la madre que me parió
Desde que nací soy parte de este menú
Porque yo llegué al ovulo antes que tú

Soy la selva que corre descalza
En el medio del mar sobrevivo sin balsa
Soy el caudal que mueve la corriente
Los batallones que chocan de frente
Mis rivales que vengan de a dos
Hoy, ni siquiera los truenos me alzan la voz

Soy tu derrota, tus dos piernas rotas
El clavo en el pie que traspasó la bota
Soy la estrategia de cualquier combate
Hoy se gana o se pierde
No existe el empate
Soy las penas de tus alegrías
La guerra de noche y la guerra de día
(Guerra de noche y la guerra de día)
(Guerra de noche y la guerra de día)
(Guerra de noche y la guerra de día)
(Guerra de noche y la guerra de día)
(Los pongo a rezar)

La guerra la mato sin darle un balazo
A la guerra le da miedo los abrazos
La guerra con camuflaje se viste
Así nadie ve cuando se pone triste

La guerra pierde todas sus luchas
Cuando los enemigos se escuchan
La guerra es más débil que fuerte
No aguanta la vida por eso se esconde en la muerte

(Y los pongo a rezar)
(Y los pongo a rezar)

Guerra

Eu te olho e minha raiva te toca
Quando eu grito sem usar a boca
E minha raiva come pessoas
Porque morde mesmo que não tenha dentes

A dor não me causa problemas
Hoje as dores recitam poemas
O mundo eu como sem prato
O medo limpa meus sapatos

O fogo eu derreti
Hoje os pesadelos não dormem
Porque pensam em mim
Hoje eu posso ver o que o outro não viu
E os coloco à rezar, mesmo que não acreditem em Deus

Hoje as lágrimas choram antes de morrer
E os livros de história os coloco a escrever
Que tremam as pernas do planeta Terra
Hoje eu vim para ganhar
E eu sou feito de guerra
(Feito de guerra)
(E eu sou feito de guerra)
(E eu sou feito de guerra)
(E eu sou feito de guerra)
(Os ponho para rezar)

Eu sou o buraco
Que deixou a bomba que caiu
O que engravidou a mãe que me pariu
Desde que eu nasci eu sou parte deste menu
Porque cheguei ao óvulo antes de ti

Sou a selva que corre descalça
No meio do mar sobrevivo sem balsa
Sou a maré que move a correnteza
Os batalhões que se chocam de frente
Meus rivais que venham em pares
Hoje, nem mesmo os trovões levantam a voz para mim

Eu sou sua derrota, suas duas pernas quebradas
O prego no pé, que perfurou a bota
Eu sou a estratégia de qualquer combate
Hoje se ganha ou se perde
Não há empate
Eu sou as tristezas de suas alegrias
Guerra de noite e guerra de dia
(Guerra de noite e guerra de dia)
(Guerra de noite e guerra de dia)
(Guerra de noite e guerra de dia)
(Guerra de noite e guerra de dia)
(Os ponho para rezar)

A guerra a matou sem dar-lhe um tiro
A guerra tem medo dos abraços
Guerra com camuflagem se veste
Para que ninguém a veja quando fica triste

A guerra perde todas as suas lutas
Quando os inimigos se escutam
A guerra é mais fraca do que forte
Não aguenta a vida, por isso se esconde na morte

(Os ponho para rezar)
(Os ponho para rezar)

Composição: Edgar Abraham / René Pérez
Enviada por Fabiélio e traduzida por Jeferson. Revisão por Kauanny.
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