Plene (part. Luísa e Os Alquimistas)

Potyguara Bardo

Agi por terror a me enganar
Reproduzindo o abuso da minha mente aflita
Até que a dor veio pra ensinar
A não ignorar o mau que em mim habita

Foi libertador poder me enxergar
Depois que desliguei a lanterna da culpa
E vi meu reflexo se desintegrar
Virando uma serpente segurando uma fruta

Eu fiquei pleno pleno pleno pleno pleno pleno pleno
Amo muito tudo isso que agora eu estou vendo
Plena plena plena plena plena plena plena
Só passei a viver depois que tirei minha venda

Juro que os erros passados não vou esquecer
Mas os problemas se esfarelam junto com a minha mente
Ao ver o meu ego vir a falecer
Descubro o sentido da vida e ele é pra frente

Provei do amor no gosto do ar
O destino finalmente saciou sua pança
Pois viu o tecido de tudo que há
Falando com a duende que tirava uma panca

Eu fiquei pleno pleno pleno pleno pleno pleno pleno
Amo muito tudo isso que agora eu estou vendo
Plena plena plena plena plena plena plena
Só passei a viver depois que tirei minha venda

Não é sorteio ou acaso é sorte
Se a carta que me escolhe é o arcano da morte
Tecendo os fios da vida sem medo da partida
Oh oh oh

Um pântano de lama colorida e espessa
Inundou minha caverna fria
Trouxe a caveira pisando em cabeças
E seu amor que recrio

Me deixando pleno pleno pleno pleno pleno pleno pleno
Amo muito tudo isso que agora eu estou vendo
Plena plena plena plena plena plena plena
Só passei a viver depois que tirei minha venda

Composição: Dante Augusto / Potyguara Bardo / Luisa Nascim / Walter Nazário
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