Céu Aberto (part. Hungria Hip Hop)

Marcelo Falcão

Down down down down
Oh ói
Down down down down
Oh ói
Down down down down
Oh ói
Doga doga doga-daun

Sente a vibe

Down down down down
Oh ói
Down down down down
Oh ói
Down down down down
Oh ói
Doga doga doga-daun

Eu sempre tive leve assim
Eu nunca deixei de lutar
Só meu travesseiro sabe a agonia
Que eu tinha de ver novo dia chegar
O medo que habitava em mim
Teve medo só de me olhar
Quando eu acordei com a cara fechada
Gritei para o mundo: Eu nasci pra brilhar
Um dia me disseram que todo poeta é louco
Que não dorme bem
Um dia me olharam de lado e falaram baixinho
Não vai ser ninguém
Um dia me disseram que todo o poeta é louco
Que não dorme bem
Um dia me olharam de lado e falaram baixinho

Drama, Fama
Pra mostrar minha foda
Em cima da minha cama
Quando eu paro pra pensar
Que quem me abraça não me ama
Todo o final de semana os caras se afogam na lama
E querem me provar que o que eles fazem é o certo
(Não é certo)
Vou ser alguém só pra provar pra esse mundão
Que os meus versos valem muito mais que ouro
É tipo um tiro direto no coração
Chegando antes do choro cair no olho

Vou ser alguém só pra provar pra esse mundão
Que os meus versos valem mais que do ouro
É tiro certo dentro do coração
Chegando antes do choro cair no olho

Imagina a vibe dentro do meu carro
Olha a fumaça saindo no teto
Tem vezes que o dia amanhece nublado
Mas dentro de mim sempre tem céu aberto

Imagina a vibe e os amigos do lado
Sempre correndo pelo certo
Tem vezes que o dia amanhece nublado
Mas dentro de mim sempre tem céu aberto

Down down down down
Oh ói
Down down down down
Oh ói
Down down down down
Oh ói
Doga doga doga-daun
(Bis)

Vou ver, sentado aqui da cadeira
Assistindo esse mundo acabar
(Acabar)
E ver, toda vez que eu bato o olho
Meu santo me chama e implora que eu faça só uma oração
E que eu tire um minuto do dia pra pôr o joelho no chão
Vou pedir com fé que a guerra e a fome parem de assombrar
E que Nossa Senhora nos dias de luta venha me guiar
Que me livre do caos, da rotina sangrenta, do frio, da guerra
Que meus inimigos não demorem muito a cair por terra
Que me livre do caos, da rotina sangrenta, do frio, da guerra
Que meus inimigos não demorem muito a cair por terra

Down down down down
Oh ói
Down down down down
Oh ói
Down down down down
Oh ói
Doga doga doga-daun

Toda vez que eu bato o olho
Meu santo me chama e implora que eu faça só uma oração
Que eu tire um minuto do dia pra pôr o joelho
Joelho no chão
Joelho no chão
Joelho no chão
Joelho no chão

Toda vez que eu bato o olho
Meu santo me chama e implora que eu faça só uma oração
Que eu tire um minuto do dia pra pôr o joelho
Joelho no chão
Joelho no chão
Joelho no chão
Down down down down
Oh ói
Down down down down
Oh ói
Down down down down
Oh ói
Doga doga doga-daun

Composição: Marcelo Falcão
Enviada por Cássia.
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