É Meu

Jemima Lopes

Não perdi o controle, não morri de velhice
Sou eterno e o tempo pra mim, é como se ele não existisse
Ninguém me compreende, sou mistério na terra
Eu sou o carpinteiro, mas, ao mesmo tempo

Eu sou grande na guerra
Falo quando começa e determino o fim
Chamo cada estrela e elas me ouvem e vem até a mim
Eu nunca mudei, continuo sendo Deus

Tudo é em meu comando
Em tudo eu mando, pois, tudo é meu
O controle ainda meu, teu problema ainda é meu
O poder ainda é o meu, o querer ainda é o meu

O tempo será o meu, o projeto ainda é meu
Teu futuro a mim pertence, pois quem já está lá sou eu
Sou eu quem faço acontecer

E mostro pra o inimigo que você tem dono
E que o seu dono não brinca em serviço
Sou tua proteção, quem te prova e te aprova

Eu sou quem arranca o câncer
Quem limpa o sangue e fecha a cova
Aquietai-vos e sabeis que eu sou Deus
Quem manda na terra ainda sou eu

Se eles não sabem, agora vão saber
Do que eu sou capaz só pra você vencer
Eu paro a terra, eu entro na guerra
Eu faço passarela no meio do mar
Eu quebro o arco, eu corto a lança

Desfaço artimanha pra você passar
Entro no fogo, na frente do povo
E ainda passeio pra lá e pra cá
Faço do mar uma grande calçada

Só pra que eu possa por ela andar
Eu faço um grito virar terremoto
Muralha gigante ter que ir ao chão
Eu tiro do poço, lá do calabouço

Faço governar uma grande nação
Eu faço o que quero, do jeito que quero
Na hora que quero, pois, tudo é meu
Quer me conhecer como assim devo ser?

Muito prazer, meu nome é Deus
O controle ainda meu, teu problema ainda é meu
O poder ainda é o meu, o querer ainda é o meu
O tempo será o meu, o projeto ainda é meu
Teu futuro a mim pertence, pois quem já está lá sou eu

Sou eu quem faço acontecer
E mostro pra o inimigo que você tem dono
E que o seu dono não brinca em serviço
Sou tua proteção, quem te prova e te aprova

Eu sou quem arranca o câncer
Quem limpa o sangue e fecha a cova
Aquietai-vos e sabeis que eu sou Deus
Quem manda na terra ainda sou eu

Se eles não sabem, agora vão saber
Do que eu sou capaz só pra você vencer
Eu paro a terra, eu entro na guerra
Eu faço passarela no meio do mar
Eu quebro o arco, eu corto a lança

Desfaço artimanha pra você passar
Entro no fogo, na frente do povo
E ainda passeio pra lá e pra cá

Faço do mar uma grande calçada
Só pra que eu possa por ela andar
Eu faço um grito virar terremoto

Muralha gigante ter que ir ao chão
Eu tiro do poço, lá do calabouço
Faço governar uma grande nação

Eu faço o que quero, do jeito que quero
Na hora que quero, pois, tudo é meu
Quer me conhecer como assim devo ser?
Muito prazer, meu nome é Deus
Meu nome é Deus


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