Angel Of Small Death & The Codeine Scene

Hozier

Original Tradução Original e tradução
Angel Of Small Death & The Codeine Scene

I watch the work of my kin bold and boyful
Toying somewhere between love and abuse
Calling to join them the wretched and joyful
Shaking the wings of their terrible youths

Freshly disowned in some frozen devotion
No more alone or myself could I be
Lurched like a stray
To the arms that were open
No shortage of sordid, no protest from me

With her sweetened breath
And her tongue so mean
She's the angel of small death
And the codeine scene

With her straw-blonde hair
Her arms hard and lean
She's the angel of small death
And the codeine scene

Feeling more human and hooked on her flesh
I lay my heart down with the rest at her feet
Fresh from the fields, all fetor and fertile
Bloody and raw, but I swear it is sweet

With her sweetened breath
And her tongue so mean
She's the angel of small death
And the codeine scene

With her straw-blonde hair
Her arms hard and lean
She's the angel of small death
And the codeine scene

In leash-less confusion
I'll wander the concrete
Wonder if better now having survived
Jarring of judgement and reasons
Defeat the sweet heat of her breath
In my mouth, I'm alive

With her sweetened breath
And her tongue so mean
She's the angel of small death
And the codeine scene

With her straw-blonde hair
Her arms hard and lean
She's the angel of small death
And the codeine scene

With her sweetened breath
And her tongue so mean
She's the angel of small death
And the codeine scene

With her straw-blonde hair
Her arms hard and lean
She's the angel of small death
And the codeine scene

Anjo da Pequena Morte e a Cena de Codeína

Ousado e jovem, eu vejo o trabalho dos meus parentes
Brincando em algum lugar entre o amor e o abuso
Chamando para se juntar a eles os infelizes ​​e alegres
Balançando as asas de suas juventudes terríveis

Recém renegado em uma devoção congelada
Não poderia mais ser sozinho ou ser eu mesmo
Atraído como um abandonado
Para os braços que estavam abertos
Sem falta de sordidez, sem protesto vindo de mim

Com seu hálito adocicado
E sua língua tão má
Ela é o anjo da pequena morte
E da cena de codeína

Com seu cabelo loiro-palha
Seus braços duros e esguios
Ela é o anjo da pequena morte
E da cena de codeína

Sentindo-me mais humano e viciado na carne dela
Coloco o meu coração e o resto a seus pés
Fresco dos campos, todo fétido e fértil
Sangrento e cru, mas eu juro que é doce

Com seu hálito adocicado
E sua língua tão má
Ela é o anjo da pequena morte
E da cena de codeína

Com seu cabelo loiro-palha
Seus braços duros e esguios
Ela é o anjo da pequena morte
E da cena de codeína

Em confusão sem coleira
Vou perambular pelo concreto
Me pergunto se é melhor ter sobrevivido agora
Dissonante de julgamento e razões
Derroto o doce calor do hálito dela
Na minha boca, estou vivo

Com seu hálito adocicado
E sua língua tão má
Ela é o anjo da pequena morte
E da cena de codeína

Com seu cabelo loiro-palha
Seus braços duros e esguios
Ela é o anjo da pequena morte
E da cena de codeína

Com seu hálito adocicado
E sua língua tão má
Ela é o anjo da pequena morte
E da cena de codeína

Com seu cabelo loiro-palha
Seus braços duros e esguios
Ela é o anjo da pequena morte
E da cena de codeína

Composição: Andrew Hozier-Byrne
Enviada por Gabriele e traduzida por Mariana. Legendado por Camila e mais 2 pessoas. Revisões por 3 pessoas.
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