Les Croix

Édith Piaf

Original Tradução Original e tradução
Les Croix

Mon Dieu qu'il y en a des croix sur cette terre
Croix de bois, croix de fer
Mumbles croix familières
Petites croix d'argent
Pendues sur les poitrines
Vieilles croix de couvent
Perdues parmi les ruines

Et moi, pauvre de moi
J'ai ma croix dans la tête
L'immense croix de plomb
Vaste comme l'amour
J'y accroche le vent
J'y retiens la tempête
J'y prolonge le soir
Et j'y cache le jour
Et moi, pauvre de moi
J'ai ma croix dans la tête
Un mot y est gravé
Qui ressemble à souffrir
Mais ce mot familier
Que mes lèvres répètent
Est si lourd à porter
Que j'en pense mourir

Mon Dieu, qu'il y en a sur les routes profondes
De silencieuses croix qui veillent sur le monde
Hautes croix du pardon
Tendues vers les potences
Croix de la déraison
Ou de la délivrance

Mais moi, pauvre de moi
J'ai ma croix dans la tête
L'immense croix de plomb
Vaste comme l'amour
J'y accroche le vent
J'y retiens la tempête
J'y prolonge le soir
Et j'y cache le jour
Mais moi, pauvre de moi
J'ai ma croix dans la tête
Un nom y est gravé
Qui ressemble à souffrir
Mais ce nom familier
Que mes lèvres répètent
Est si lourd à porter
Que j'en pense mourir

As Cruzes

Meu Deus, há cruzes nesta terra
Cruzes de madeira, cruzes de ferro
Murmuram cruzes familiares
Pequenas cruzes de prata
Pendurado nos seios
A velha cruz de convento
Perdida entre as ruínas

E eu, pobre de mim
Eu tenho minha cruz na cabeça
A imensa cruz de chumbo
Vasta como amor
Eu penduro o vento
Eu mantenho a tempestade
Eu prolongo a noite
E eu escondo o dia
E eu, pobre de mim
Eu tenho minha cruz na cabeça
Uma palavra lhe é gravada
Quem parece sofrer
Mas esta palavra familiar
Deixe meus lábios repetem
É tão pesado para usar
Que eu penso em morrer

Meu Deus, há alguns nas estradas profundas
Cruzes silenciosas que vigiam o mundo
Altas cruzes de perdão
Esticadas para a forca
Cruz sem razão
Ou de libertação

E eu, pobre de mim
Eu tenho minha cruz na cabeça
A imensa cruz de chumbo
Vasta como amor
Eu penduro o vento
Eu mantenho a tempestade
Eu prolongo a noite
E eu escondo o dia
E eu, pobre de mim
Eu tenho minha cruz na cabeça
Uma palavra lhe é gravada
Quem parece sofrer
Mas esta palavra familiar
Deixe meus lábios repetem
É tão pesado para usar
Que eu penso em morrer

Enviada por Luciana e traduzida por Rafael.
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