Ateo (part. Nathy Peluso)

Este amor es como una religión

Asuntos peligrosos del pasado me persiguen todavía
Historias que la gente no olvidó y que me recuerdan cada día
Si llegué vivo aquí, no me va a matar una vieja herida
Déjales que hablen mal, se mueran de envidia

Yo era ateo, pero ahora creo
Porque un milagro como tú ha tenido que bajar del cielo
Yo era ateo, pero ahora creo
Porque un milagro como tú ha tenido que bajar del cielo

Yo era ateo, pero ahora creo
Porque un milagro bajó del cielo
Yo era ateo
Pero ahora creo

(Ahora creo)

Hablan de mi vida como si hubieran pasa'o to's por ella, aah
Y mientras cuentan cuentos, tú y yo solos, bachatas y una botella
Quiero hacerle religión a tu melena, a tu boca y a tu cara
Y que me perdone la Virgen de la Almudena
Las cosa' que hago en tu cama

Si llegué viva aquí, no me va a matar una vieja herida
Déjales que hablen mal, se mueran de envidia
(¡Qué hablen)

Yo era ateo, pero ahora creo
Porque un milagro como tú ha tenido que bajar del cielo
Yo era ateo, pero ahora creo
Porque un milagro como tú ha tenido que bajar del cielo

Yo era ateo, pero ahora creo
Porque un milagro bajó del cielo
Yo era ateo
Pero ahora creo

(¡Qué se mueran de envidia!)

(Aah)
(¡Qué se mueran de envidia!)

Me sacaste de la oscuridad
Somos un asunto de gravedad
Tú despierta' ese diablo mío que me roba toda espiritualidad

Ya no sé lo que me pasa
Ahora nada te reemplaza
Tu boca es como mi casa

Lo que ellos dicen parece veneno
Si me preguntan, yo le' diré que no lo sé
Quiero gritar que te echo de menos
Dame del agua bendita que calma mi sed

(El último romántico)
(¡El Madrileño!)

Yo era ateo (eso es), pero ahora creo
Porque un milagro como tú ha tenido que bajar del cielo
Yo era ateo, pero ahora creo
Porque un milagro como tú ha tenido que bajar del cielo

Yo era ateo, pero ahora creo
Porque un milagro bajó del cielo
Yo era ateo
Pero ahora creo

Ateu (part. Nathy Peluso)

Esse amor é tipo uma religião

Coisas perigosas do passado ainda me assombram
Histórias que as pessoas não esqueceram e que relembro todo dia
Se cheguei vivo até aqui, uma ferida antiga não vai me matar
Deixa que falem mal, que morram de inveja

Eu era ateu, mas agora eu creio
Porque um milagre como você só pode ter descido lá do céu
Eu era ateu, mas agora eu creio
Porque um milagre como você só pode ter descido lá do céu

Eu era ateu, mas agora eu creio
Porque um milagre desceu do céu
Eu era ateu
Mas agora eu creio

(Agora creio)

Falam da minha vida como se tivessem passado tudo por nela, aah
E enquanto contam fofocas, você e eu sozinhos, bachatas e uma garrafa
Quero me tornar a religião do seu cabelo, da sua boca e do seu rosto
E que Nossa Senhora de Almudena me perdoe
Pelas coisas que faço na sua cama

Se cheguei viva até aqui, uma ferida antiga não vai me matar
Deixa que falem mal, que morram de inveja
(Que falem!)

Eu era ateu, mas agora eu creio
Porque um milagre como você só pode ter descido lá do céu
Eu era ateu, mas agora eu creio
Porque um milagre como você só pode ter descido lá do céu

Eu era ateu, mas agora eu creio
Porque um milagre desceu do céu
Eu era ateu
Mas agora eu creio

(Que morram de inveja!)

(Aah)
(Que morram de inveja!)

Você me tirou do escuro
Somos uma questão de gravidade
Você acorda esse diabo em mim que rouba toda a minha espiritualidade

Não sei mais o que acontece comigo
Agora nada te substitui
Sua boca é tipo minha casa

O que eles dizem parece veneno
Se me perguntarem, direi que não sei
Quero gritar que sinto sua falta
Me dê a água benta que mata minha sede

(O último romântico)
(O madrilenho!)

Eu era ateu (bem assim), mas agora eu creio
Porque um milagre como você só pode ter descido lá do céu
Eu era ateu, mas agora eu creio
Porque um milagre como você só pode ter descido lá do céu

Eu era ateu, mas agora eu creio
Porque um milagre desceu do céu
Eu era ateu
Mas agora eu creio

Composição: Alizzz / C. Tangana / Nathy Peluso / Victor Martinez