Hallelujah

Beatriz Luengo

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Hallelujah

El viento llora, desahoga su tristeza
El viento arrasa dando muestra de grandeza
Destruye con rabia lo que el hombre ha creado
Mira la tierra con nostalgia del pasado

No reconoce el color de sus paisajes
Desde ahí arriba se ve tan gris su maquillaje
Decepcionado lo da todo por perdido
Y la esperanza puso un faro en su camino

En una esquina un niño va sin zapatillas
Entre sus manos como una flor o una semilla
Y el viento susurra

Hallelujah, hallelujah
Hallelujah, hallelujah

La tierra enmudece mientras rompe su corteza
Cierra los ojos por no ver tanta pobreza
Destruye con rabia lo que el egoísmo ha creado
No hay compasión, es la avaricia y su reinado

Ella no entiende de divisiones ni fronteras
Porque en su piel no existen líneas que separen tierras
Sigue subiendo la temperatura de los mares
Y va contando y ve que le faltan animales

Desesperada quiso arrastrar todo hacia el abismo
No entiende nada de religiones ni políticos
Pero el sollozo de un niño que nacía
Le recordó el significado de la vida

Hallelujah, hallelujah
Hallelujah, hallelujah

El mar despierta reclamando su riqueza
Luce tan turbio que no encuentra su belleza
Mira las aves emigrar hacia otro lado
Porque en sus aguas el alimento se ha agotado

Ella no entiende de diferencias raciales
Su sal alivia las heridas todos por iguales
Ve su planeta devastado por dinero
Y la esperanza quiso encontrarle un consuelo

En una esquina un niño corre sin chancletas
Entre sus manos lleva una flor y una libreta
Dibuja un mundo rodeado de colores
Donde la tristeza ya no encuentra sus valores

Hallelujah, hallelujah
Hallelujah, hallelujah
Hallelujah

Vivimos rodeados de miedo
A lo diferente, a lo ajeno
Miedo al que sin nada viene de lejos
Miedo al amor entre dos almas de un mismo sexo

Miedo a estar solos
Miedo a ser viejos
Y entre tanto y tanto miedo
Vivimos porque respiramos
Pero nuestro corazón está muerto

Aleluia

O vento chora, alivia a tristeza
O vento arrasa mostrando grandeza
Destrua com raiva o que o homem criou
Olhe para a terra com nostalgia pelo passado

Não reconhece a cor das suas paisagens
Lá de cima, a maquiagem dela parece tão cinza
Desapontado ele dá tudo por perdido
E espero colocar um farol a caminho

Em um canto uma criança vai sem chinelos
Entre suas mãos como uma flor ou uma semente
E o vento sussurra

Aleluia, aleluia
Aleluia, aleluia

A terra silencia ao quebrar sua crosta
Feche os olhos por não ver tanta pobreza
Destrua com raiva o egoísmo que criou
Não há compaixão, é ganância e seu reinado

Ela não entende divisões ou fronteiras
Porque na sua pele não há linhas que separam a terra
A temperatura dos mares continua a subir
E ele está contando e vê que está perdendo animais

Desesperado queria arrastar tudo para o abismo
Não entende nada de religiões ou políticos
Mas o soluço de uma criança que nasceu
Lembrou-o do significado da vida

Aleluia, aleluia
Aleluia, aleluia

O mar acorda reivindicando sua riqueza
Parece tão nublado que não encontra sua beleza
Assista os pássaros migrarem para outro lado
Porque em suas águas a comida foi esgotada

Ela não entende diferenças raciais
Seu sal alivia as feridas todos pelo mesmo
Veja seu planeta devastado pelo dinheiro
E a esperança queria encontrar um consolo

Em um canto, uma criança corre sem chinelos
Entre as mãos ele carrega uma flor e um caderno
Desenhe um mundo cercado por cores
Onde a tristeza não encontra mais seus valores

Aleluia, aleluia
Aleluia, aleluia
Aleluia

Nós vivemos cercados pelo medo
Para o diferente, para o estrangeiro
Medo de que nada vem longe
Medo de amor entre duas almas do mesmo sexo

Com medo de ficar sozinho
Medo de ser velho
E entre tanto e tanto medo
Nós vivemos porque respiramos
Mas nosso coração está morto


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